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Quarta-feira, 21 de Maio de 2008

ZANGAM-SE AS COMADRES....

Cunha Leal responde a Rui Santos

"O MEU DIREITO À INDIGNAÇÃO"

Invocando o meu direito à indignação, solicito a publicação deste
esclarecimento/resposta ao escrito assinado por Rui Santos na última página
do Record do dia 16 do corrente mês de Maio. Porque me chamaram a atenção
para o facto de o escriba invocar o meu nome, submeti-me, a contragosto, ao
sacrifício de ler os dislates de tal senhor. E comecei logo por não perceber
se ele, no seu acostumado delírio, me responsabilizava pela tragédia de
Heysel.

Claro ficava, no entanto, o transtorno do iluminado comentador por não ter
sido convidado a participar no programa “Prós e Contras”, da RTP, na
segunda-feira antecedente. Todos sabemos quem deveria, por direito e génio
próprios, ocupar a cadeira onde me sentei. É realmente absurdo, mesmo
criminoso, discutir o que quer que seja sobre o futebol português sem a
presença tutelar de Rui Santos e dos lugares-comuns com que polvilha as suas
destemperadas intervenções.
Sou, efectivamente, culpado de ter ousado expressar a minha opinião
técnico-jurídica sobre as possíveis graves implicações para o FCP
consequentes da aplicação, pela UEFA, do Regulamento da Liga dos Campeões,
isto após a condenação do FCP SAD, em acórdão já transitado da Comissão
Disciplinar da Liga de Clubes, por ilícito de corrupção na forma tentada.
Uma opinião que, sublinhe-se, é acompanhada por vários ilustres juristas,
todos certamente a soldo de forças demoníacas.

Por causa desta ousadia de opinar sobre aquelas eventuais graves
consequências que podem advir para o FCP – que a própria UEFA já veio
admitir como plausíveis –, o infalível Rui Santos atribui-me, imagine-se, o
papel de “manipulador de massas acríticas”, como se nesta função eu alguma
vez tivesse capacidade para lhe chegar aos calcanhares, independentemente da
altura dos saltos dos seus sapatos.

Enveredando pelo campo da argumentação tresvariada, o autor do escrito
brinca com o meu nome, no estilo desabrido que o caracteriza, para me acusar
de deslealdade perante a instituição FCP, talvez na convicção de que terei
sido eu a praticar as tentativas de corrupção em que foi condenado aquele
clube/SAD ou até, quem sabe, a escrever o Regulamento da Liga dos Campeões.

Ao estilo de Rui Santos, termino com uma pergunta: “Até quando teremos que
aturar tanto narcisismo?”

Francisco Cunha Leal Carmo

A resposta de Rui Santos

Cunhal Leal está indignado. Tem toda a razão para estar. Ele foi mandado
para a Liga pelo presidente do Benfica para contrariar o poder do major.
Convenhamos que é um grande azar, sobretudo quando quem o mandou para a Liga
confessou, perante a estupefacção geral, que seria porventura mais
importante ter alguém naquele organismo do que contratar bons jogadores.

O estigma não fui eu quem lho pus. Aceitou-o, porque sabe muito bem ao que
foi e não se pode confessar enganado. Se não soubesse ao que ia e se
cumprisse o seu dever de isenção, não teria autorizado a farsa que
constituiu a marcação do Estoril-Benfica para o Algarve, na jornada 30 do
campeonato de 2004-05, cujo desfecho foi decisivo para a atribuição do
título nessa temporada.

A sua credibilidade morreu nesse momento. Quem consente um escândalo dessa
natureza (embrulhado noutros escândalos da época), quem se cala perante uma
situação potencialmente subversiva, inquinando a verdade desportiva, não tem
um pingo de moral para vir falar agora, como especialista de coisa nenhuma,
a não ser o de defender interesses de um só clube e de uma só cor, de
qualquer tipo de regulamentos, numa clara manobra de visar o FC Porto.

As “criadas de servir” dos clubes são, também, na Liga ou na FPF, grandes
responsáveis para o estado lamentável a que o futebol chegou. Em causa está
apenas a “clubitização da justiça” – e percebo o incómodo que a temática
causa para quem aplica os regulamentos apenas em certas condições de pressão
e temperatura.

Outro grande azar foi Luís Filipe Vieira ter afirmado – já depois de Leal
ter cumprido a missão para a qual tinha sido incumbido – que o Benfica
porventura não deveria ter conquistado aquele título de campeão nacional.
Realmente, é demasiado azar para quem tanto se esforçou para justificar o
“investimento” num director e não em jogadores.

Azar e... falta de nível! É o mais vulgar quando não se tem poder de
argumentação.

PS – O extraordinário desempenho como figurante no filme ‘Corrupção’ diz
tudo sobre a pobre figura.




CALABOTE (VAI TUDO...)
publicado por comunidade às 10:36
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